
Ele veio à Terra na forma de um bebê fraco e indefeso, nascido de uma jovem simples e humilde que, sem nunca ter tido contato com um homem, milagrosamente concebeu a criança. Na verdade, a notícia da sua gravidez foi tão chocante que quando seu noivo soube, decidiu imediatamente romper o noivado e desistir do casamento, até que um poderoso ser celestial interveio e o instruiu para ficar com a jovem, criar e proteger essa criança tão especial.
Embora tivesse sido predestinado a ser rei, na verdade o Rei dos reis, não veio ao mundo em um palácio, na presença de membros ilustres da corte. Pelo contrário, nasceu no chão sujo de um estábulo, entre bois, vacas e burros, foi embrulhado em trapinhos e deitado no comedouro dos animais.
O Seu nascimento não teve pompa nem recebeu reconhecimento das instituições e governos da Sua época. Naquela noite, porém, irrompeu do céu estrelado uma luz fortíssima e ofuscante que iluminou um grupo de pastores pobres numa colina próxima. Uma multidão de anjos encheu a noite com a sua canção e mensagem celeste: “Glória a Deus nas alturas! Paz na Terra aos homens de boa vontade! Porque hoje nasceu o Salvador, Cristo, o Senhor!”
Muito longe dali, outro arauto apareceu nos céus orientais. Uma estrela brilhante que chamou a atenção de certos reis, os quais interpretaram o seu significado e a seguiram. Esse astro os guiou por milhares de quilômetros no deserto até a cidadezinha de Belém, onde honraram a criança com preciosos presentes.
O Seu pai aqui na Terra era um humilde carpinteiro, com quem Ele conviveu e trabalhou, adaptando-Se ao nosso modo de vida, costumes, linguagem e vida, para que pudesse nos entender melhor, e Se comunicar conosco no nível inferior da limitada compreensão humana! Ele aprendeu a amar a humanidade; viu o nosso sofrimento e teve grande compaixão de nós, ansiando não só curar nossos corpos doentes e afligidos, mas também salvar nosso espírito imortal.
Quando chegou a hora de Ele iniciar a obra da Sua vida, foi por toda a parte fazendo o bem: ajudando as pessoas, amando as crianças, consolando os corações, fortalecendo os corpos cansados e salvando todos os que acreditaram nEle. Não só pregou a Sua mensagem, mas também a viveu enquanto esteve entre o povo. Não só ministrou às necessidades espirituais das pessoas, mas também passou bastante tempo ministrando às suas carências físicas e materiais, curando-as milagrosamente quando estavam doentes, alimentando-as quando tinham fome e, ao mesmo tempo, dava de Si e do Seu amor.
Ele pregava uma religião tão simples que disse que temos de nos tornar como crianças para a recebermos. Ele não pregou adoração em Templo, que deveríamos frequentar uma sinagoga ou uma igreja, não pregou que as pessoas tinham que realizar cerimônias complicadas nem rituais difíceis. Tudo que fez foi pregar e demonstrar amor. Empenhou-Se em guiar os filhos de Deus para o verdadeiro Reino de Deus, cuja única lei é a que determina que “Devemos amar o Senhor de todo o coração e o nosso próximo como a nós mesmos.” (veja Mateus 22:37,39)
Ele raramente Se envolvia com os fariseus ou com os escribas, os ricamente vestidos líderes religiosos daquela época, hipócritas e presunçosos, exceto quando estes insistiam em incomodá-lO com as suas perguntas e críticas. Nesses casos, Ele soltava o verbo, denunciando-os publicamente como “cegos condutores de cegos” (Mateus 15:14), e chegou a lhes dizer que eram como sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos, e de toda imundícia. (Mateus 23:27)
Ele não foi meramente um reformador religioso, mas um revolucionário! Recusou-se a abrir concessões ao falso sistema religioso, trabalhando totalmente fora dele. Dirigiu-Se às pessoas pobres e comuns que há muito tinham abandonado a religião organizada e sido abandonadas por ela.
Ele nunca entrou em nenhum bar com um chicote na mão quebrando as garrafas e jogando o garçom na rua. Jamais entrou num bordel para espancar as pobres moças, virando as camas de pernas para o ar e jogando os homens pela janela. Mas por duas vezes, fez um chicote, entrou no grande e lindo templo, derrubou as mesas, jogou o dinheiro no chão e expulsou do santuário os cambistas gananciosos, condenando os líderes religiosos por transformarem o que deveria ser uma casa de oração num covil de ladrões!
Ele sacrificou a Sua reputação, e foi companheiro de bêbados e prostitutas, de publicanos e de pecadores – os rejeitados e oprimidos pela sociedade, dizendo inclusive que eles precediam, no Reino do Céu, as pessoas supostamente “boas”, os líderes religiosos que se consideravam melhores do que os outros e que O rejeitaram e a Sua simples mensagem de amor. O poder do Seu amor e o Seu atrativo, tinham tanta força e inspiravam uma fé tão grande nas pessoas que sinceramente buscavam a verdade, que elas não hesitaram em deixar tudo o que tinham e renunciar a tudo imediatamente para dedicarem as suas vidas a segui-lO!
Uma vez, enquanto atravessava um grande lago com Seus discípulos, sua pequena embarcação correu perigo de naufragar por causa de uma tempestade. Ele, então, ordenou aos ventos e às ondas que parassem e, imediatamente, as águas se acalmaram. Os Seus discípulos, assombrados por tal demonstração de poder milagroso, exclamaram: “Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?” (Mateus 8:26 e 27)
Durante todo o Seu ministério, deu vista aos cegos, audição aos surdos, curou os leprosos e ressuscitou os mortos. Na verdade, foram tantas maravilhas que um dos principais membros do sistema religioso que tão ferrenhamente se opunha a Ele exclamou: “Sabemos que és Mestre, vindo de Deus. Pois ninguém poderia fazer estes sinais miraculosos que Tu fazes, se Deus não fosse com ele!” (João 3:2)
Conforme Sua mensagem de amor se espalhou e os Seus seguidores se multiplicavam, o sistema religioso estabelecido entendeu a grande ameaça que aquele, outrora desconhecido carpinteiro, Se tornara para os seus interesses. A Sua doutrina simples de amor estava liberando as pessoas do controle e poder do sistema religioso e, com isso, destruindo-o.
Seus poderosos inimigos finalmente O prenderam e levaram a julgamento, sob falsas acusações de sedição e subversão. E embora o governador O tenha considerado inocente, foi coagido e persuadido por esses religionários a executá-lO.
Logo antes de ser preso, esse homem, Jesus Cristo, disse: “Nem sequer poderiam Me tocar sem o consentimento de Meu Pai. Se Eu levantasse só que fosse o Meu dedo, Ele mandaria legiões de anjos para Me socorrerem!” (Mateus 26:53). Mas, em vez disso, Ele escolheu morrer para nos salvar. Ninguém Lhe tirou a vida, Ele a deu. Entregou a Sua vida por livre e espontânea vontade.
Mas nem mesmo Sua morte satisfez os Seus inimigos invejosos. Para terem certeza de que os seguidores de Jesus não roubariam o corpo para alegar que Ele voltara à vida, colocaram uma enorme pedra sobre a porta do Seu túmulo, mantida sob a guarda de um grupo de soldados romanos. Tudo isso foi em vão, pois dois desses guardas presenciaram o maior milagre de todos: três dias depois do Seu corpo morto ter sido colocado naquele túmulo frio, Jesus ressurgiu dos mortos, vitorioso, conquistando a morte e o inferno para sempre!
Nem a morte conseguiu deter a Sua obra e as Suas Palavras. Ele ressuscitou para guiar os Seus poucos seguidores à maior vitória — derrubar o Império Romano com amor e com o poder do Evangelho! O amor de Deus simplesmente rolou por cima dos Seus inimigos invejosos como um maremoto gigantesco, cobrindo a Terra inteira, e eles foram deixados para trás, mortos e secos, como Jesus disse que ficariam!
Desde esse dia milagroso, há cerca de 2 mil anos, esse mesmo homem, Jesus Cristo, tem feito mais para mudar a história, o curso da civilização e a condição do homem do que qualquer outro líder, grupo, governo ou império. Já salvou bilhões de pessoas do medo e da incerteza de uma morte sem esperança, dando a vida eterna e o amor de Deus a todos os que invocam o Seu nome.
Esse homem, Jesus Cristo, não é meramente um filósofo, um mestre, um rabino, um guru, ou mesmo um profeta. É o Filho de Deus!
Deus, o grande Criador, é um espírito onipotente, onisciente e onipresente. Ele está em tudo muito além da nossa limitada compreensão. Por isso, enviou Jesus na forma de homem, para nos mostrar como Ele próprio é, e para nos levar para junto de dELe. E embora muitos grandes mestres tenham falado e ensinado sobre o amor e sobre Deus, Jesus é amor e Ele é Deus! Jesus foi o único que morreu pelos pecados do mundo e que ressuscitou dos mortos. Por causa disso, Ele está numa categoria completamente à parte, pois é o único Salvador. “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim” (João 14:6).
Como ter plena certeza que Jesus Cristo é mesmo o Filho de Deus, o caminho para a salvação? A resposta é simples: experimente-O! Simplesmente peça-Lhe humildemente que Se revele a você. Convide-o para entrar no seu coração, perdoar todos os seus pecados e preencher a sua vida com Seu amor, paz e a alegria.
Jesus é verdadeiro e o ama. Ele o ama tanto que sofreu pelos seus pecados e morreu no seu lugar, para você não ter de passar por isso, se apenas O receber e aceitar o perdão e a vida eterna, os quais Ele oferece gratuitamente. Mas Jesus só pode salvá-lo se você o quiser. Seu amor é onipotente, mas Ele não entrará à força na sua vida.
Jesus diz: “Eis que estou à porta e bato, se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei e ele Comigo.” (Apocalipse 3:20). Ele bate gentilmente à porta do seu coração, não a força nem a arromba. Ele espera ali terna, amorosa e pacientemente até que você abra a sua vida e O convide a participar dela.
Quer recebê-lO? Se quiser, Ele será o seu melhor amigo e maior companheiro. Estará para sempre ao seu lado! Jesus veio por amor, viveu em amor e morreu por amor, para que pudéssemos viver e amar para sempre!
Você pode receber Jesus em seu coração agora mesmo, fazendo com sinceridade esta simples oração:
“Querido Jesus, por favor, perdoe todos os meus erros. Acredito que Você é o Filho de Deus e que morreu por mim. Abro agora a porta do meu coração e convido-O a entrar. Por favor, Jesus, entre e me dê a vida eterna. Ajude-me também a compartilhar o Seu amor e verdade com outros. Amém.”
Deus prometeu atender às suas orações, então você agora é filho dEle. E Ele disse que nunca o deixará nem desamparará! Ele o ama a esse ponto!